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Sexta, 20 de fevereiro de 2026

Combustíveis ficam mais caros em MS após mudança no ICMS

Etanol e gasolina lideram as altas registradas em janeiro de 2026

03 de fev 2026 - 15h:08 Créditos: Redação com informações do Midiamax
Crédito: Leonardo de França

Os preços dos combustíveis registraram aumento em Mato Grosso do Sul no mês de janeiro de 2026, na comparação com dezembro do ano passado. Os dados são do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) e refletem, principalmente, a atualização do ICMS que passou a valer no início do ano.

No Estado, praticamente todos os combustíveis apresentaram variação positiva, com destaque para o etanol e a gasolina, que tiveram os reajustes mais expressivos e impactaram diretamente o orçamento dos motoristas.

De acordo com o levantamento, o preço médio do etanol subiu de R$ 4,43 para R$ 4,56, enquanto a gasolina passou de R$ 6,36 para R$ 6,45. O diesel S-10 também teve leve alta, saindo de R$ 6,37 para R$ 6,40. Já o diesel comum foi a única exceção, com pequena redução, de R$ 6,30 para R$ 6,26.

O cenário de alta não se limitou a Mato Grosso do Sul. Todos os estados do Centro-Oeste apresentaram aumento nos preços dos combustíveis em janeiro. Na média regional, o etanol alcançou R$ 4,74, após alta de 2,60%, enquanto a gasolina chegou a R$ 6,55, com avanço de 1,24%. O diesel comum e o diesel S-10 também subiram, atingindo R$ 6,29 e R$ 6,37, respectivamente.

Entre os estados da região, Goiás foi o que registrou o maior reajuste no etanol, com alta de 3,78%, elevando o preço médio para R$ 4,94. A gasolina no estado também ficou mais cara, sendo vendida a R$ 6,53.

Segundo a Edenred Ticket Log, o principal fator para o aumento foi o novo modelo de cobrança do ICMS sobre combustíveis, que elevou o valor fixo do imposto e acabou sendo repassado aos consumidores nos postos.

Apesar da alta, o etanol segue como a alternativa mais vantajosa em parte do Centro-Oeste, além de apresentar benefícios ambientais por ser um combustível renovável e menos poluente.

O IPTL é elaborado a partir de milhões de transações registradas em mais de 21 mil postos credenciados em todo o Brasil, o que garante uma média representativa dos preços praticados no país.

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