Exames médicos complementares realizados no âmbito da investigação policial descartaram a ocorrência de crime sexual contra uma criança de 6 anos, em Maracaju (MS), no dia 27 de dezembro de 2025. Inicialmente tratado como um caso de estupro de vulnerável, o inquérito tomou novos rumos após a conclusão da perícia, que afastou a materialidade do crime.
O que aconteceu?
O caso foi inicialmente denunciado após a criança relatar dores na região íntima, o que gerou preocupação entre os familiares. A mãe acionou a Polícia Militar, e a menina foi encaminhada para atendimento médico especializado. O pai da criança chegou a ser conduzido à delegacia, com base nos primeiros indícios da investigação.
Segundo a Polícia Militar de Maracaju, um exame inicial indicou a necessidade de apuração mais detalhada. No entanto, a perícia complementar subsequente não confirmou sinais de abuso sexual, levando à liberação do suposto autor. O caso foi reavaliado, uma vez que não havia elementos técnicos suficientes para sustentar a acusação de crime sexual.
Possíveis indícios de conflito familiar
Além das análises clínicas, a Polícia Militar também identificou indícios de conflito familiar, decorrente de uma separação litigiosa, o que gerou uma cautela adicional na condução da investigação. Esse fator foi considerado relevante para entender o contexto completo da denúncia.
Investigação em andamento
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que agora se concentra em avaliar o conjunto de informações obtidas, à luz dos laudos periciais definitivos e outros elementos que possam surgir no decorrer da apuração.



