Crédito: Reprodução Jornal Top Mídia News/Gabriel do Carmo O companheiro da subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, encontrada morta dentro de casa no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande, possui antecedentes por crimes como roubo, homicídio e violência doméstica, conforme informações da polícia.
A vítima foi localizada na tarde desta segunda-feira (6), com um ferimento causado por disparo de arma de fogo na região do pescoço. O caso segue sob investigação e pode ser tratado como feminicídio.
Segundo relatos, o homem, de 50 anos, apresentou mais de uma versão sobre o ocorrido. Inicialmente, ele afirmou que a companheira teria tentado tirar a própria vida. De acordo com sua versão, ao chegar na residência no horário do almoço, encontrou Marlene com uma arma na mão e tentou impedir o disparo, mas não conseguiu evitar que ela acionasse o gatilho.
No entanto, testemunhas contestam essa versão. Um vizinho relatou ter visto o suspeito com a arma em mãos em determinado momento. Durante a ocorrência, ele teria mudado o relato diversas vezes.
O homem, que mantinha relacionamento com a vítima há cerca de um ano e seis meses, foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), inicialmente na condição de testemunha.
O caso
Marlene de Brito Rodrigues foi encontrada morta em sua residência, localizada na Rua do Lince. Conforme informações preliminares, ela estava fardada, com uma arma no coldre e outra ao lado do corpo, no chão.
Vizinhos relataram ter ouvido um disparo, o que levou ao acionamento da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Equipes da Polícia Científica e da Polícia Civil também estiveram no local para os procedimentos de perícia.
O caso é investigado como possível suicídio ou feminicídio, e a polícia segue apurando as circunstâncias da morte.
Marlene integrou uma das primeiras turmas da Polícia Militar feminina de Mato Grosso do Sul. Mesmo aposentada, ela havia retornado à ativa por meio de programa de incentivo.



