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Segunda, 16 de março de 2026

Saúde alerta municípios para aumento de vírus respiratórios entre abril e julho em MS

Vacinação é apontada como principal medida para evitar hospitalizações e óbitos.

07 de mar 2026 - 09h:11 Créditos: Redação com informações da Agência Brasil
Crédito: Tony Winston/Agência Brasília

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul publicou orientações neste sábado para que gestores municipais reforcem as medidas de prevenção diante do período de sazonalidade de vírus respiratórios, que costuma ocorrer entre os meses de abril e julho.

De acordo com a secretaria, historicamente os meses mais frios registram maior circulação de vírus respiratórios, o que exige planejamento antecipado da rede de saúde para reduzir impactos no atendimento e evitar agravamentos de casos.

Circulação de vírus aumenta nos meses frios

Entre os vírus com maior circulação no período estão o Influenza, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e o Rinovírus.

Embora o vírus responsável pela pandemia de COVID-19 não apresente um padrão sazonal tão definido, a SES ressalta que a alta transmissibilidade associada à circulação de pessoas pode provocar aumento de casos ao longo do ano.

Recomendações aos municípios

Entre as principais orientações repassadas aos gestores municipais estão:

Intensificação da vigilância ativa de casos respiratórios

Organização dos fluxos de identificação, coleta de amostras e notificação de casos de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

Preparação antecipada das unidades de saúde para aumento da demanda

A secretaria também recomenda que os municípios iniciem ações preventivas antes mesmo do aumento expressivo de casos.

Vacinação é principal forma de prevenção

Segundo a SES, a vacinação contra Influenza e COVID-19 continua sendo a medida mais eficaz para evitar complicações, hospitalizações e mortes.

Além disso, a imunização contribui para reduzir a circulação dos vírus na comunidade, protegendo principalmente grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.

Mesmo sem aumento significativo de casos até o momento, a orientação é que todos os municípios reforcem desde já as estratégias de prevenção e preparação da rede de saúde.

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