Crédito: Reprodução A Justiça condenou um homem a 33 anos e 4 meses de prisão por abusar da própria enteada, em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Os crimes ocorreram de forma reiterada ao longo de cerca de três anos, quando a vítima ainda tinha apenas oito anos de idade.
De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, responsável pela ação penal, o condenado era considerado pai afetivo da criança e possuía total confiança da família, o que facilitou a prática dos crimes dentro do ambiente doméstico, geralmente na ausência da mãe.
Durante o processo, a Justiça destacou a consistência do relato da vítima, que foi confirmado por laudos periciais e testemunhos. As investigações também apontaram impactos significativos no comportamento da criança, como alterações emocionais e queda no desempenho escolar.
Na sentença, foram consideradas agravantes previstas no Código Penal, como o abuso de autoridade e a relação de convivência, além do fato de o réu ocupar a posição de padrasto. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.
Além da condenação criminal, a Justiça também determinou o pagamento de indenização mínima por danos morais à vítima.



