Crédito: Berlim Caldeirão - Arquivo Familiar A morte do menino João Guilherme Jorge Pires, de 9 anos, levanta questionamentos sobre possíveis falhas no atendimento médico, principalmente em relação à demora na transferência hospitalar.
Segundo familiares, o momento mais crítico ocorreu na noite de segunda-feira (6), quando a criança já apresentava quadro grave e aguardava transferência para a Santa Casa. De acordo com a tia, Adriana Soares, a vaga já havia sido liberada e a ambulância estava disponível, mas houve demora no encaminhamento.
Durante esse intervalo, o estado de saúde do menino piorou. Conforme o relato, no momento em que a equipe tentava colocá-lo na maca para transferência, ele sofreu uma parada cardíaca.
A equipe médica iniciou manobras de reanimação, e inicialmente foi informado à família que a criança não havia resistido. Pouco tempo depois, no entanto, os socorristas comunicaram que conseguiram reverter o quadro e que o menino seria transferido com urgência.
João foi encaminhado à Santa Casa em estado gravíssimo, entubado e em coma induzido. Apesar dos esforços das equipes médicas, ele não resistiu após dar entrada na unidade hospitalar.
A família questiona a condução do atendimento, especialmente o tempo de espera antes da transferência, considerando que já havia vaga disponível.
Dias antes, o menino havia procurado atendimento após sofrer uma queda, mas o quadro evoluiu com complicações que ainda não foram esclarecidas.



