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Sábado, 19 de junho de 2021

Mãe e padrasto de Henry vão ficar isolados antes de irem para as celas com outros presos

Esse procedimento é de praxe

09 de Abr 2021 - 11h:34 Créditos: Roberta Ferreira
Crédito: Divulgação

Presos e levados para diferentes penitenciárias do Rio de Janeiro, o vereador Dr. Jairinho (sem partido) e Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, vão ficar isolados por 14 dias antes de passarem a celas com outros internos.

Conforme explicação da Secretaria de Administração Penitenciária, o procedimento é de praxe para todos os presos e tem como objetivo evitar a disseminação da covid-19 dentro dos presídios.

Monique foi levada ao Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana, e o vereador foi conduzido ao presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste da cidade, onde passaram a primeira noite detidos.  

Também por conta da pandemia, nenhum dos dois poderá receber visitas, exceto os advogados e em salas específicas.

Eles foram presos ontem (8), porque, segundo a polícia, estaria tentando atrapalhar as investigações sobre a morte de Henry.  

Além disso, ambos são suspeitos por homicídio duplamente qualificado, com emprego de tortura e sem chance de defesa para a vítima. Eles negam o crime e dizem que não há nada a ser escondido.

Antes de serem levados para os presídios, o casal fez, na tarde de quinta, a triagem na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, a "porta de entrada" no sistema prisional.

O casal foi encontrado no início da manhã, na casa de uma tia de Doutor Jairinho, em Bangu.


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