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Segunda, 06 de abril de 2026

Homem é condenado a quase 20 anos por matar segurança durante festa em Ivinhema

Jurados reconheceram homicídio qualificado e porte ilegal de arma.

13 de mar 2026 - 17h:12 Créditos: Redação com informações do JD1
Crédito: Reprodução Redes Sociais

O Tribunal do Júri de Ivinhema condenou um homem a 19 anos e 10 meses de prisão pelo assassinato de Vitor Hugo Branquinho Camargo, de 25 anos. O julgamento ocorreu no dia 12 de março, e os jurados acolheram as teses apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul.

O réu deverá cumprir a pena inicialmente em regime fechado.

Crime ocorreu durante festa de aniversário da cidade

O homicídio aconteceu na madrugada de 11 de novembro de 2023, durante as comemorações do 60º aniversário do município, realizadas na Praça de Eventos da cidade.

De acordo com a denúncia apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça, o acusado efetuou quatro disparos de arma de fogo contra Vitor Hugo, que trabalhava como segurança no evento.

Motivação foi considerada fútil

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi motivado por futilidade, após um desentendimento envolvendo o sobrinho do acusado, que havia sido retirado da festa pela equipe de segurança.

Também foi reconhecido pelos jurados que o homicídio foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo a acusação, o jovem foi atingido pelas costas enquanto tentava fugir e novamente quando já estava caído no chão.

Réu buscou arma no veículo

Na sentença, o juiz destacou a gravidade da conduta. Conforme os autos, o acusado deixou o evento, foi até o veículo buscar uma arma de fogo e retornou para efetuar os disparos contra a vítima.

Além do homicídio duplamente qualificado, ele também foi condenado por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Defesa teve pedidos rejeitados

Durante o julgamento, a defesa tentou obter:

a absolvição do réu

o afastamento das qualificadoras

o reconhecimento de homicídio privilegiado por violenta emoção

No entanto, todas as teses foram rejeitadas pelos jurados.

Com a condenação, a Justiça determinou a manutenção da prisão e o início imediato do cumprimento da pena.

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