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Segunda, 16 de fevereiro de 2026

Contribuintes devem reunir documentos para o IR 2026

Empresas precisam entregar comprovantes de rendimentos até o fim do mês.

16 de fev 2026 - 17h:44 Créditos: Redação com informações do Campo Grande News
Crédito: Ilustrativa

Empresas e instituições financeiras têm até 28 de fevereiro para disponibilizar aos contribuintes os informes de rendimentos necessários à declaração do Imposto de Renda 2026. O documento reúne salários, aposentadorias, investimentos e demais ganhos tributáveis referentes ao ano-base 2025.

A Receita Federal do Brasil informou que as regras oficiais, bem como o calendário de envio e liberação do programa, serão divulgados na primeira quinzena de março. Em 2025, o prazo de entrega ocorreu entre 15 de março e 31 de maio.

Mesmo com mudanças aprovadas na reforma tributária — como a ampliação da faixa de isenção — os efeitos práticos só deverão aparecer na declaração de 2027, referente aos rendimentos obtidos ao longo de 2026.

Organização antecipada evita problemas

Especialistas orientam que o contribuinte reúna com antecedência comprovantes de despesas médicas, educação, dados bancários e documentos de bens. A medida reduz erros e diminui o risco de cair na malha fina, inclusive para quem optar pela declaração pré-preenchida — modalidade que, em 2025, foi escolhida por mais da metade dos declarantes e garante prioridade na restituição se não houver pendências.

Quem não entregar dentro do prazo está sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido, além de deixar o CPF em situação irregular, o que pode bloquear operações financeiras.

O que muda e o que permanece

O Ministério da Fazenda informou que não haverá alterações nas principais deduções neste ano. Permanecem:

R$ 189,59 por dependente ao mês

Desconto simplificado mensal de até R$ 607,20

Limite anual de R$ 3.561,50 por pessoa em educação

Desconto simplificado anual de até R$ 17.640

Despesas médicas sem limite de dedução

Entre os documentos exigidos estão informes do empregador, bancos e corretoras, comprovantes do INSS, recibos médicos e odontológicos, gastos com educação, além de registros de compra e venda de bens, doações, consórcios e empréstimos.

A recomendação é acompanhar a divulgação oficial das regras em março e utilizar as próximas semanas para organizar a documentação.

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