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Domingo, 09 de maio de 2021

Maior criminoso do Paraguai, Fahd Jamil se entrega a polícia nesta manhã

Ele é o chefão do crime organizado

19 de Abr 2021 - 11h:04 Créditos: Roberta Ferreira
Crédito: Imagem ilustrativa

Nesta manhã (19) o Fahd Jamil Georges, se entregou a polícia, em Campo Grande - MS, pois o mesmo é considerado o chefe do crime organizado no Paraguai.  

De acordo com informações de Segurança Pública, foi feita uma renegociação com a família do suspeito, para que ele se entregasse.  

O autor chegou em um avião, acompanhado de um dos seus filhos. E segundo o seu advogado, hoje mesmo ele entrará com um pedido de habeas corpus, por conta de seu problema de efizema pulmonar.  

A aeronave onde o criminoso estava foi levada para dentro do hangar, para impedir que ele fosse fotografado indo para a prisão.  

"Tem que se entregar. Precisa de tratamento médico. Se ficar foragido é pior. Ele não tem que esconder nada de ninguém. Não tem prova nenhuma contra ele", ressaltou o amigo e advogado Armen Chemzariam.

Fahd faz parte do crime organizado desde a década de 1990. Através do contrabando de café e do açúcar ele constituiu o seu primeiro império. Depois começou a fazer parte do tráfico de drogas e de armas. Jamil é acusado também como o chefe da exploração da jogatina.  

Foram quatro décadas fugindo, até a Operação Omertà ser desencadeada. Muito próximo de Jamil Name, preso desde setembro de 2019, Fahd é também apontado como membro da milícia que exterminava os desafetos em Mato Grosso do Sul.

Atualmente são três ações contra ele, uma por corrupção ativa, outra por crimes contra o sistema nacional de armas e a última pelo homicídio do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo, de 62 anos.  

O fuzilamento foi durante emboscada na Avenida Guaicurus, em Campo Grande, no dia 11 de junho de 2018.

Conforme os indícios levantados, o sargento da Polícia Militar foi vítima de vingança ao sumiço do filho mais velho de Fahd Jamil, Daniel Alvarez Georges, o "Danielito", aos 42 anos, em 2011.

O advogado de Fahd tenta conseguir pelo menos prisão domiciliar.  

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