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Terça, 24 de fevereiro de 2026

Novo México investiga denúncia sobre possíveis vítimas enterradas em rancho de Epstein

Autoridades apuram alegações feitas em e-mail enviado antes da morte do financista.

20 de fev 2026 - 10h:11 Créditos: Redação com informações do MídiaMax
Crédito: Reprodução

O Departamento de Justiça do Novo México, nos Estados Unidos, abriu investigação para apurar denúncias de que o financista Jeffrey Epstein teria ordenado o enterro de duas jovens estrangeiras nas proximidades de seu rancho no deserto, conhecido como Rancho Zorro.

De acordo com a agência Reuters, a apuração teve início após autoridades solicitarem a íntegra de um e-mail enviado em 2019, no qual constava a alegação. Epstein morreu no mesmo ano, após cometer suicídio na prisão em Nova York, onde aguardava julgamento por acusações relacionadas a crimes sexuais.

Paralelamente, deputados estaduais do Novo México instauraram um inquérito para investigar possíveis atividades ilícitas ocorridas na propriedade, incluindo suspeitas de que o local possa ter sido utilizado para facilitar abuso e tráfico sexual. O painel é formado por quatro parlamentares de diferentes partidos.

Os legisladores também buscam esclarecer se houve omissão de autoridades locais e por qual motivo Epstein não foi registrado como agressor sexual no estado após ter se declarado culpado, em 2008, por aliciar uma menor de idade para prostituição. Há ainda questionamentos sobre eventual corrupção de agentes públicos.

Epstein adquiriu o rancho em 1993 do ex-governador Bruce King. Na propriedade, construiu uma mansão de aproximadamente 2.480 metros quadrados, localizada no topo de uma colina e equipada com pista de pouso privada.

O imóvel foi vendido em 2023 pelo espólio do financista, com os recursos destinados ao pagamento de credores. A propriedade passou a pertencer à família de Don Huffines, que declarou estar à disposição para atender eventuais solicitações das autoridades.

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