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Segunda, 26 de outubro de 2020

Comércio de Maracaju estuda forma de proteger trabalhadores e clientes contra Coronavírus

Empresários e comerciantes mostraram preocupação com o momento e discutiram ações que poderão ser adotadas.

20 de Mar 2020 - 11h:00 Créditos: Redação, maracajuspeed.
Crédito: Maracaju

De acordo com os dados do Ministério da Saúde até o momento sobre o Coronavírus no País, é preocupante, a projeção apresentada do número de pessoas que podem ser contaminadas nos estados e município; deixa as autoridades em alerta.

Em Maracaju, ainda não tem caso registrado, mas as autoridades estão m em alerta tomando todas as precauções possíveis.

Segundo a estimativa da Organização Mundial da Saúde OMS, o município de Maracaju poderá ter cerca de 4.000 pessoas com Coronavírus e pelo menos 120 dessas perderão a vida.

Para tentar diminuir essa estatística, ações estão sendo feitas, entre elas, cancelamento de aulas, cultos religiosas, festas, shows, atividades esportivas, encontro e reuniões que agrupem pessoas. Além, do pedido de que todos permaneçam em suas casas.

Na tarde desta quinta feira (19), a reunião foi com os empresários local filiados à ASSEMA – Associação Empresarial de Maracaju, Durante a reunião prefeito Maurílio Ferreira Azambuja pediu o apoio de empresários como proliferadores da boa informação e ainda, pediu a colaboração quanto evitar promoções e ações que possam atrair grande público nos estabelecimentos comerciais.

 “Tenho observado que muitos ainda não tem notado a gravidade da situação, não há tratamento correto confirmado, tudo ainda está em estudo, nem medicação adequada, somente a pessoa se preservando em casa e evitando aglomerações diminuiremos essas previsões alarmantes quando esse vírus chegar a nossa cidade. É o momento de deixarmos de pensar em tudo e preservarmos vidas” disse Maurílio.

Empresários e comerciantes mostraram preocupação com o momento e discutiram ações que poderão ser adotadas a partir da próxima semana, por exemplo, férias coletivas e até fechamento temporário de estabelecimentos que por ventura não comercializem produtos de subsistência a população como mercados e farmácias. Além disso, foi analisado até abertura do comercio em horário alternativo.

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