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Sábado, 19 de junho de 2021

Mãe de Henry é diagnosticada com covid-19 e isolada em hospital da penitenciária

Não se tem muitas informações sobre o seu estado de saúde

20 de Abr 2021 - 08h:51 Créditos: Roberta Ferreira
Crédito: Divulgação

Ontem (19), a mãe do Henry Borel, a Monique Medeiros, foi diagnostica com coronavírus e por isso ficará isolada no Hospital Penitenciário, Hamilton Agostinho.  

A mulher presa por envolvimento na morte de seu filho pediu exame médico, após estar com suspeita da doença.  

Não foram divulgados detalhes sobre o seu estado de saúde.  

De acordo com informações, a polícia civil tem provas suficientes para concluir o inquérito da morte do garoto, independente de um novo depoimento da mãe ou não.

Segundo o delegado-chefe do Departamento de Polícia da Capital, Antenor Lopes, o inquérito deve ser fechado nessa semana.

O delegado ainda ressaltou que existem provas de que Monique era agredida pelo companheiro, o vereador do RJ, o Dr. Jairinho. Eles estão detidos desde o dia 8 de abril.  

“A versão dela [Monique] era para proteger o companheiro, Jairinho, inclusive pedindo para a babá apagar as mensagens que indicavam as agressões ao menino no dia 12 de fevereiro”, falou Antenor.

Antenor também alegou que a polícia ainda não definiu se ouvirá Monique novamente antes da conclusão do inquérito, como pediram os novos advogados da professora.

“Essa decisão vai ser tomada até terça-feira (20) pelo delegado Henrique Damasceno [titular da 16ª DP], afirmou o chefe de Polícia.

"A defesa fez essa solicitação agora. Houve uma mudança de advogados e uma mudança de estratégia. Eles provavelmente estão vindo com a tese de que Monique vinha sendo intimidada. Até o presente momento, não encontramos nenhum indício que ela estivesse sendo ameaçada pelo companheiro", disse Antenor.

Antenor também ressaltou que houve clara “manipulação” do depoimento da babá, Thayná Ferreira, ao contrário do que poderia ocorrer com Monique em um novo depoimento.

“Nos mandados de apreensão dos telefones celulares, encontramos mensagens angustiadas da babá que mostravam que o menino foi levado para o quarto no dia 12 de fevereiro. Estava havendo claramente uma manipulação para que a testemunha mentisse”, afirmou o delegado.

“Nesse caso, era indispensável que a testemunha fosse ouvida novamente, porque a própria estava cometendo um crime de falso testemunho. Ela pôde se reparar, e assim foi feito. É bem diferente da situação da Monique”, explicou Antenor.


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