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Sábado, 25 de abril de 2026

TJMS mantém preso acusado de homicídio em adega de Campo Grande

Defesa pedia prisão domiciliar, mas Tribunal entendeu que não há ilegalidade na custódia.

24 de abr 2026 - 17h:10 Créditos: Redação com informações do JD1
Crédito: Reprodução JD1 Notícias

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou o pedido de liberdade de Natthan Daniel da Silva, acusado de matar a tiros Diego Alves dos Reis da Silva, de 28 anos, em uma “adega” no bairro Jardim Vida Nova, em Campo Grande.

A decisão foi proferida nesta sexta-feira (24) pelo desembargador Carlos Eduardo Contar, que indeferiu a liminar em habeas corpus apresentada pela defesa. O magistrado entendeu que não há ilegalidade na manutenção da prisão preventiva.

Essa é a segunda tentativa frustrada de soltura do acusado. O pedido já havia sido negado em primeira instância pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

O crime ocorreu na madrugada do dia 16 de março. Além da morte da vítima, outras pessoas também foram atingidas por disparos de arma de fogo, mas sobreviveram.

Argumentos da defesa

A defesa sustenta que a prisão em flagrante foi convertida em preventiva sem fundamentação concreta, alegando que a decisão se baseou apenas na gravidade do crime, sem apresentar fatos atuais que justificassem a medida.

Os advogados também afirmam que o acusado é primário e não há indícios de reiteração criminosa, pedindo a substituição da prisão por medidas cautelares ou prisão domiciliar — o que foi negado pelo tribunal.

Próximos passos

O desembargador determinou que o Ministério Público de Mato Grosso do Sul se manifeste no prazo de dois dias. Após isso, o pedido será analisado pela 2ª Câmara Criminal do TJMS.

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