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Quarta, 25 de fevereiro de 2026

Deputada pede prisão preventiva de familiares de Lula à CPMI do INSS

Requerimento cita risco de fuga e possível interferência nas investigações em andamento.

25 de fev 2026 - 18h:02 Créditos: Redação com informações do TOP Mídia News
Crédito: The Rio Times/Ricardo Stuckert/PR/ND Mais

A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) protocolou, nesta quarta-feira (25), requerimentos junto à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS solicitando a prisão preventiva de familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A parlamentar também pediu a conversão da prisão domiciliar de um empresário investigado no caso em prisão preventiva.

No documento apresentado à comissão, a deputada solicita que seja requerida à Justiça a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente, e de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão de Lula.

Em relação a Lulinha, a justificativa apresentada aponta suposto risco de fuga, citando informações de que ele estaria residindo em Madri, na Espanha, durante o andamento das investigações. Segundo a parlamentar, a saída do país poderia comprometer a aplicação da lei penal.

O pedido também menciona tratativas de delação premiada envolvendo ex-integrantes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que teriam citado o nome de Lulinha durante negociações com autoridades, conforme reportagens divulgadas na imprensa.

Já no caso de Frei Chico, o requerimento sustenta a existência de possíveis riscos à investigação, como influência sobre testemunhas, destruição de provas e continuidade de eventuais irregularidades, argumentos usados para defender a medida cautelar mais rígida.

Além dos familiares do presidente, a deputada apresentou outro pedido direcionado ao empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Ela solicita que a atual prisão domiciliar seja convertida em prisão preventiva, alegando risco de interferência nas investigações e possível dissipação de patrimônio.

Os requerimentos ainda serão analisados no âmbito da CPMI do INSS, que investiga suspeitas de fraudes relacionadas ao sistema previdenciário. Até o momento, não há decisão judicial sobre os pedidos.

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