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Quinta, 29 de janeiro de 2026

Juliano Ferro presta depoimento mas diz que medida protetiva foi concedida antes de apresentar sua versão

O prefeito de Ivinhema reconhece dano material e diz que apresentou provas à polícia.

29 de jan 2026 - 09h:19 Créditos: Redação, com informações do Midiamax
Crédito: Reprodução/Redes Sociais

O prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), confirmou por meio de um vídeo publicado nas redes sociais que já prestou depoimento à Polícia Civil e que deverá cumprir medida protetiva que o obriga a manter distância da ex-namorada que o denunciou por violência doméstica no último domingo (25). O caso ganhou repercussão após o registro do boletim de ocorrência e a divulgação de gravações feitas pelo próprio prefeito comentando o episódio.

Na nova manifestação, Ferro afirmou que a determinação judicial impede qualquer tipo de contato com a ex-companheira por pelo menos um ano. Segundo ele, a medida foi concedida antes que sua versão fosse apresentada às autoridades, embora posteriormente tenha comparecido à delegacia para prestar esclarecimentos e apresentar provas.

O prefeito reconheceu que, durante uma discussão, quebrou o celular da ex-namorada, com quem manteve relacionamento por cerca de seis meses, mas alegou ter arcado com o prejuízo ao pagar R$ 9,2 mil por um novo aparelho. No vídeo, publicado com a legenda “Juliano rasga o verbo”, ele afirmou que o episódio tem sido explorado de forma negativa e estaria causando danos à sua imagem pessoal e política.

Juliano Ferro também relatou que, após registrar a ocorrência e solicitar a medida protetiva, a ex-namorada teria ido até uma chácara de sua propriedade, mesmo com a decisão judicial em vigor. De acordo com o prefeito, ela teria entrado no local pulando uma janela, já que as portas estariam trancadas, e ainda teria impedido a saída dele ao estacionar o carro de forma a bloquear os veículos da propriedade, sendo necessária ajuda de terceiros para liberar o acesso.

Ainda no vídeo, Ferro questionou a coerência da situação e voltou a criticar o andamento do processo, afirmando respeitar a Polícia Civil e o Judiciário, mas discordar do fato de a medida ter sido concedida antes de sua oitiva formal. O caso segue sob apuração, e até o momento não há informação sobre a conclusão do inquérito ou novos encaminhamentos judiciais.

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