Crédito: Reprodução Mais de uma década após o desaparecimento do voo MH370, da Malaysia Airlines, as buscas pela aeronave foram retomadas nesta semana. O avião sumiu em março de 2014 com 239 pessoas a bordo, durante um trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim.
A nova operação está sendo conduzida pela empresa americana Ocean Infinity, especializada em exploração marítima em grandes profundidades. De acordo com o Ministério dos Transportes da Malásia, os trabalhos estão concentrados em uma área considerada estratégica, onde há maior probabilidade de localização dos destroços.
A equipe utiliza veículos subaquáticos autônomos capazes de mapear regiões a até seis mil metros de profundidade. A expedição partiu da cidade de Perth, na Austrália, e tem como foco uma área remota do Oceano Índico, onde o último sinal do avião foi captado por satélite.
Esta é a terceira tentativa oficial de localizar a aeronave desde o desaparecimento. A última grande busca, realizada no sul do Oceano Índico, foi encerrada em abril sem resultados conclusivos.
Caso os destroços sejam encontrados, o governo malaio deverá pagar cerca de US$ 100 milhões à empresa responsável pela operação. A expectativa é de que a caixa-preta seja localizada e ainda contenha informações importantes sobre os momentos finais do voo, mesmo após mais de dez anos submersa.
O Boeing 777 desapareceu em 8 de março de 2014, em um dos maiores mistérios da aviação mundial. Apesar de buscas extensas ao longo dos anos, apenas alguns fragmentos foram identificados, entre eles parte de uma asa encontrada em 2015 na Ilha da Reunião, próxima a Madagascar.



