Crédito: Reprodução Top Mídia News A morte da pequena Lauren, de 1 ano e 7 meses, após ser atropelada por uma motocicleta no Bairro Nova Lima, em Campo Grande, segue cercada de questionamentos. Enquanto o caso é investigado pela polícia, amigos próximos da família contestam as acusações de maus-tratos e negligência, afirmando que a criança vivia em um ambiente de cuidado e afeto.
Em entrevista ao TopMídiaNews, uma amiga da família, que preferiu não se identificar, relatou que convivia de perto com os pais desde antes da gestação e acompanhou o desenvolvimento da menina.
“Posso afirmar com toda certeza que a Lauren era extremamente amada. A mãe cuidava dela como se fosse uma joia. Sempre vi zelo, carinho e dedicação”, afirmou.
Segundo o relato, a bebê participava de encontros religiosos com os pais e também frequentava a casa da amiga, onde era descrita como uma criança “alegre, sorridente, sempre limpa e bem cuidada”.
A testemunha contou ainda que, em algumas ocasiões, ficou responsável pelos cuidados da menina enquanto os pais trabalhavam, e que nunca presenciou qualquer indício de violência.
“Nunca vi nada que indicasse maus-tratos. Pelo contrário, sempre houve cuidado e proteção. O pai, mesmo jovem, era responsável e presente”, disse.
A versão apresentada contrasta com denúncias que circulam nas redes sociais e com o boletim de ocorrência, que levanta suspeitas sobre possíveis maus-tratos e questiona a conduta dos pais após o acidente.
De acordo com o registro policial, a criança teria sido atingida por uma motocicleta conduzida por um amigo do casal, que estaria realizando manobras perigosas. O condutor ainda não foi identificado, e o pai da menina teria se recusado a fornecer informações à polícia.
A amiga, no entanto, afirma que os pais também não sabem ao certo quem provocou o acidente e nega qualquer tentativa de omissão. “Até onde sei, eles não estão escondendo nada. Foi uma tragédia. É injusto levantar suposições sem conhecer a realidade”, declarou.
Ela também relatou que a criança foi socorrida e levada à Santa Casa após o acidente, recebeu atendimento e chegou a ser liberada, mas voltou a apresentar piora dias depois, quando não resistiu.
Diante da repercussão, a amiga fez um apelo por empatia. “É muito doloroso ver uma família passando por uma perda tão grande e ainda tendo que lidar com acusações sem fundamento. Que as pessoas respeitem o luto e aguardem a apuração dos fatos”, disse.
O caso segue sob investigação, que apura tanto as circunstâncias do acidente quanto as denúncias de maus-tratos.



